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Saúde

SES-AM intensifica ações de vigilância em saúde para monitorar casos de doenças respiratórias e diarreicas, em São Gabriel da Cachoeira

Trabalho envolve a FVS-RCP e equipe de assistência, em articulação com a Sesai, DSEIs e a gestão municipal

Foto: Tayná Amoedo/SES-AM

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) enviou esta semana uma equipe a São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros de Manaus), após a informação do aumento de casos sintomáticos respiratórios e Doença Diarreica Aguda (DDA) no município. A SES-AM está no município, desde quinta-feira (27/11), com equipes da assistência e da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), para apoiar as equipes locais na organização dos fluxos de atendimento, monitoramento e notificação de casos.

O trabalho da SES-AM é feito de forma complementar ao monitoramento e atuação da Vigilância Epidemiológica municipal, do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e dos Distritos de Saúde Indígena e (DSEI) do Alto Rio Negro e Yanomami, com foco na investigação e controle dos casos.

As equipes estaduais estão atuando no Hospital de Guarnição e na área indígena Maturacá (a 140 quilômetros da sede do município), com apoio na vigilância laboratorial, através da coleta de amostras para envio ao laboratório Central (Lacen), em Manaus e, também, na organização dos fluxos de atendimento.

Foto: Tayná Amoedo/SES-AM

“Estamos com assistência e vigilância presentes para apoiar as equipes locais, no hospital e também na área indígena, inclusive com suporte do serviço de UTI aérea, para os casos que precisarem ser transferidos”, disse a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud.

Entre as medidas tomadas está o reforço do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH), do Hospital de Guarnição de São Gabriel da Cachoeira (HGU-SGC), para garantir melhor fluxo de notificações e de coleta de amostras dos casos em investigação.

Foto: Tayná Amoedo/SES-AM

As equipes de saúde do município também estão sendo capacitadas e orientadas sobre o fluxo de notificação dos casos. Profissionais das unidades municipais e dos DSEIs Yanomami e Alto Rio Negro foram orientados quanto aos procedimentos de coleta, armazenamento e envio das amostras ao Lacen-AM.

“Contamos com uma rede integrada que envolve a área hospitalar, epidemiológica e laboratorial, que identifica de forma oportuna mudanças no cenário de doenças e orienta respostas rápidas. Essa estrutura fortalece a articulação entre as áreas técnicas, qualifica os processos e amplia a capacidade de resposta do Estado diante de emergências em saúde pública”, afirma a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim.


Agência Amazonas de Notícias
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